Tráfico com empregadas e empregadinhas evangélicas

Diferente é o caso de Alexandre e Darli de Juz de Fora. Eles atraem menina evangélicas boas e ficam com elas como empregadas até que elas ficam totalmente nas mãos deles. Depois eles passam as jovens para frente a pessoas interessadas das capitais maiores, que pagam às vezes mais de 5 mil para terem uma empregada gostosa assim em casa. 
Já que eles recebem junto com a menina uma cópia de todos os vídeos e fotos e as senhas do facebook, whatsup e outros sites no internet, eles dominam as garotas à vontade, desde o primeiro dia em que eles mostram-lhes o material para elas saberem que não podem relaxar e falhar em seus serviços. Também tem pessoas que traficam “empregadinhas integrais” para a Europa, onde sobretudo russos ricos procuram de meninas exóticas e submissas. Muitas meninas, que pensam que na Europa seu destino iria melhorar, porque os Europeus não têm os contatos para a sua igreja, acordam quando são confrontadas com as exigências e perversidades dos russos neo-ricos, e outras, pior ainda, acabam em casas de muçulmanos que adoram judiar meninas cristãs, sobretudo evangélicas dedicadas e novinhas. Aí elas são tratadas como escravas, putas e cadelas.

Mais de 2 mil meninas menores brasileiras foram levadas nos últimos anos até para países muçulmanos onde lei nenhuma protege a vida de uma moça cristã. Os patrões podem bater e estuprar a sua empregada à vontade, e até têm o direito de açoitá-las ou em casos de fraudes, furtos ou outros crimes matá-las, já que a polícia cuida das brigas entre homens, mas cada homen julga e pune as suas mulheres, como era no Brasil em relação aos escravos, que o patrão e não a polícia condenava e castigava a eles.


Em alguns países muçulmanos empregadas evangélicas são tratadas como escravas. A lei não as protege e podem ser abusadas sem correr risco de ser punido pela justiça. Toda mulher já é tratada como propriedade do homem, até as esposas e filhas. Quanto mais uma empregada não-muçulmana, muitas vezes também estrangeira, é deixada sem proteção da lei, só dependendo da vontade e arbitrariedade do patrão. Por isso empregadas podem ser oferecidas em feiras ou casas para comprar ou alugá-las.
Cada ano milhões de meninas evangélicas são traficadas pelo mundo inteiro para servirem como empregadas, prostitutas, escravas, escravas sexuais e outras profissões.
Traficantes experientes investigam logo as boca, os peitos, a vagina e o cuzinho da candidata, e se ela não e mais virgem, testam muitas vezes também logo a firmeza da carne e a capacidade de transar gostoso. Muitas meninas não gostam dos dedos dos traficantes safados entre suas pernas e preferem mostrar logo tudo, abrindo-se a si mesma. Para uma evangélica isso é também um ato de submissão que mostra o grau de sua educação e docilidade.
 

Empregada evangélica vive circumdada por fotos nuas de si mesma:





 
  

Tereza é uma mulata jovem e bonita do interior de Piaui. Ela foi recrutada e trabalhou três meses em Recife, depois foi mandada para São Paulo. Em Recife o patrão conseguiu fazer fotos nuas dela e ela, chantageada, teve que aceitar virar puta e escrava dele. O patrão deve ter feito um bom dinheiro concedendo a menina já educada e submetida a um professor de psicanálise solteiro em São Paulo.
A perfídia do professor é fazer fotos nuas de sua empregada e pendurá-las nas paredes da casa. Tem fotos em formato grande com moldura, que são bem feitas e lembram imagens sensuais compradas ou cortadas de revistas. Os visitantes entram, vêem as fotos e só com o tempo reparam que o modelo está uma pessoa presente: a empregada. E logo a imaginam nua, comparando a realidade com as fotos.
Além disso, existe na cozinha um quadro de córtex com fotos fixadas. Elas são mais vulgares, mostrando a menina abrindo a xaninha ou o cuzinho com as mãos. Desde o primeiro dia o patrão deixou bem claro que recebeu a fotos nuas do patrão anterior assim como a senha para o facebook dela e emails de amigos e de seu pastor. Ele espera que a mulata seja submissa em tudo. Se ela não obedecesse, ele mandaria as fotos nuas para o pastor e os amigos dela.
A foto preferida do professor tem um tamanho de mais de um metro e fica em cima da cama dele. Ele se inspirou com uma foto que achou em um site no internet. A mulata fica nua e agachada, com as pernas extremamente abertas e abre a bucetinha com as mãos. A língua parece querer ajudar nisso, ela saiu da boca como sem querer e se dirige em direção à bochecha esquerda o que dá um jeito sapeca e safadinho à foto.
Quando ela deita em baixo do patrão e abre as pernas para deixá-lo entrar, ela vê a si mesma nesta foto.
A foto com essa jovem dedicada inspirou também o patrão de Tereza para fazer uma foto dela semelhante








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