Patrões ou familiares expertos demais conseguem uma empregada gostosa de graça

O destino da Meirielen é certamente difícil, mas tem muitas moças que são ainda muito mais exploradas.  Quando o patrão recebe o vídeo vendo a sua empregada nua, chupando ou transando, ele é muitas vezes só o segundo ou terceiro homem na vida da moça. Mas tendo a menina desde agora na sua mão, beneficia também os filhos ou outros parentes com o direito de poderem usar a empregada. Muitas vezes oferece-a também a amigos.
Muitos homens se excitam com o fato de poder oferecer uma menina, prostituindo-a quase. Outros querem fazer simplesmente um favor aos amigos, e outros querem mostrar aos amigos o seu poder sobre a moça.
Não é muito longe chegar à idéia de cobrar algo pelo serviço. Sempre tem amigos que fofocam, e depois o patrão recebe ofertas de amigos de amigos ou vizinhos que querem conhecer a moça. E muitos patrões aproveitam para exigir um dinheiro.
Além de para serviços sexuais uma moça pode também ser emprestada simplesmente para limpar a casa de um amigo ou vizinho. Se ela é boa o patrão pode cobrar R$ 100 por dia só pela limpeza. Extras como limpar a casa seminua ou nua e sexo oral ou integral podem aumentar o cachê facilmente a R$ 200 ou 300. Emprestando a moça uma ou duas vezes por mês a alguém já traz um alívio ao orçamento familiar, e se ela trabalha um dia por semana para fora, o patrão já pode financiar o custo da empregada integralmente, e se o salário dela é cortado pela metade por ter errado em algo, o patrão já fica no lucro mesmo calculando ainda custos colaterais como a comida de sua empregada.
Claro que a grande maioria não pratica a exploração sexual das meninas em estilo grande. Eles são patrões de empregadas que somente aproveitam uma situação e não são cafetões profissionais. Além disso a prostituição de menores é proibida e por isso não podem chegar ao extremo de alguém considerar prostituição os serviços da empregada prestadas a amigos do patrão.
Mas muitos não são ricos e ficam felizes se podem diminuir os gastos com a moça e aceitam a chance de ter uma empregada que se sustenta a si mesma. Por isso aproveitam e falam para os colegas e amigos menos chegados que teriam que pagar uma taxa. Alguns cobram R$ 30, outros mais, geralmente sempre bem mais barato do que prostitutas que atendem em casa, mas tem também patrões que cobram bem caro, e os homens pagam porque sabem que é uma menina mais natural do que as prostitutas profissionais.
Outros gostam da idéia que se trata de uma moça sem experiência, ainda pouco usada.
 
Se 12 amigos pagam respectivamente R$ 50 o patrão ganha R$ 500, o que já seria mais do que o meio salário que ele gasta com a moça. Caso que ele paga um salário inteiro ou calcula também os gastos com comida ou até um aluguel pelo quarto, teria que cobrar mais, ou então arranjar mais pretendentes. Mas mesmo se o patrão não tem lucro, ele já ganha porque recebe todo o serviço de empregada como faxina, cozinha e mais de graça.
Acontece também, que um rapaz do interior estuda em uma capital, e depois de conhecer as coisas traz do interior uma moça pobre. Ela cuida de seu apartamento, dorme com ele e ainda por cima faz alguns programas com amigos ou homens, que o rapaz arranja. Assim o rapaz tem a empregada de graça, transa de graça e ainda por cima sobre às vezes um dinheiro.
Tais moças já se encontram muias vezes totalmente na dependência do rapaz quando chegam à capital. Em alguns casos trabalharam antes na casa dos pais do rapaz ou em casa de um amigo, e foram chantageadas com fotos ou vídeos para serem totalmente obedientes. Em outros casos são ainda virgens ou pelo menos independentes quando chegam à capital, mas o rapaz consegue o material depois e chantageia a empregada. Se são meninas novinhas não têm experiência para se defenderem. Já seria difícil para uma mulher adulta, quanto mais para as moçinhas inexperientes com esse tipo de coisas e as realidades na vida em uma cidade grande.
 
Vincent tem 25 anos, é de Itapatinga e estuda em Belo Horizonte medicina, pagando R$ 3 mil por mês. Ele vive em um apartamento maior que custa outra vez R$ mil. Quem banca a sua vida não são os pais. Estes não sabem dos custos reais de seu filho e mandam só R$ 1500 por mês. 

Ele mora junto com duas empregadas evangélicas que trouxe de Itapatinga. Paula, 19 anos, já vive 4 anos com ele, Tamara,15 anos, só está há 6 meses com Vincent. Tamara é prima de Paula, e Vincent obrigou a Paula para trazer uma amiga ou prima para ele. Por isso Paula escreveu pelo whatsup e convidou a prima, e teve que ajudar para o Vincent conseguir as fotos. Tamara confiou a Paula e foi assim vítima fácil.
 
No início Vincent morou em um apartamento de um quarto e teve que sair quando um amigo queria transar com Paula. Recebeu o dinheiro e foi pra rua. Paula cobrou muito pouco, já que o apartamento não era muito bonito e deu a idéia de uma prostituta barata. Ela teve o mínimo de ganhar R$ 1200 por mês, e quando ela não conseguiu-o, Vincent levou-a por alguns dias para a Rua Guaicurus no centro de Belo Horizonte, onde existem puteiros simples, mas bem freqüentados.
 

Agora ele cobra pelo uso de sua empregada entre 120 e 300, dependendo do serviço prestado, e ela ganha na média R$ 5 mil. Ela fica com um salário, e o resto já dá para bancar casa e faculdade, mas para poder ter um carro e pagar outros extras Vincent arranjou a segunda menina.
Sendo ela menor, não poderia trabalhar na Rua Guaicurus, mas as meninas de Vincent já são bem conhecidas por propaganda de boca em boca. Ele faz também um bom trabalho no facebook e whatsup. Possui as senhas das meninas e bota fotos de biquíni e com roupa de puta. 
 

Sem fazer propaganda ofensiva, que chamaria muita atenção nem desejada assim, as meninas recebem muitas ofertas, novos pretendentes e também convites para festas ou casas para fora, onde elas ganham mais ainda. 
Tamara recebe só meio salário, mas ganha às vezes mais do que Paula, e no dezembro conseguiu um récorde de R$ 12 mil por causa de festas de fim do ano de empresas e em particular. Na noite de natal ela virou presente de natal, e um Papai Noel de fantasia levou a ela de biquíni, mas com um laço enorme de presente de natal, para o pai de um político. Ficou com ele a noite toda, e além dos 2 mil, que o político pagou, recebeu mais R$ 500 de gorjeta do pai.


Perguntado o que seria depois dos estudos Vincent respondeu franco: “Gosto muito da vida com as duas. Como médico novo vou ter gastos e ainda ganhar pouco, e elas vão continuar uma bênção para mim. Por enquanto não penso em casar. Se casar, vou tentar a convencer a minha noiva das vantagens de continuar com empregadas desse tipo. Mas quem sabe vou casar-me com uma das putinhas e educá-la para saber falar mais culta. Assim poderia a vida toda ficar nessa vida boa, poderia até ter quatro ou mais empregadas evangélicas.”




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Suelen, evangélica do interior de Venâncio Aires, RS, não teve a sorte de ser empregada de uma família rica e bem organizada. Ela trabalhou em uma família por três meses, onde o filho conseguiu gravar vídeos e fotos nuas dela e chantageá-la até que ela virou a puta dele. Já que os pais não concordaram com tudo que ele fez passaram a empregada por uma boa soma a três estudantes da UFRS em Porto Alegre, RS. Ela limpa o apartamento, que eles dividem, cozinha, serve a eles sexualmente e dorme inclusive alternadamente em uma das camas deles, nem tendo um quarto ou uma cama para si mesma.
Além disso, os rapazes não têm dinheiro, pagam só meio salário sob pretextos diversos que mudam toda hora e tentam reganhar o meio salário, custo de comida (taxado por eles em R$ 500) e moradia da menina (R$ 250) e algo a mais para eles (se possível R$ 250 para cada um) prostituindo-a.  
Somam quase R$ 2 mil, mas eles não têm dom empresarial e não conseguem clientes suficientes e muitas vezes falta dinheiro no fim do mês e eles passam com a empregada para o BR que fica a poucos quilômetros da casa e oferecem-na atrás de um posto grande freqüentado por muitos caminhomeiros. Lá eles ficam até ganhar o dinheiro que está em falta, muitas vezes ficando um dia ou mais nesse lugar. Claro que os rapazes podem se revezar, mas a menina volta para o serviço em casa toda exausta e emporcalhada.
Se demora muito para ganhar o dinheiro os rapazes perdem a paciência, põem a culpa nela e batem nela. Depois voltam em casa mal-humorados e por isso ela quase sempre ganha ainda por cima uma surra em casa.



Quem trabalha bem estará sempre com a boca cheia e jamais passa fome. (Sabedoria da Índia)







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