Os patrões e os filhos devem ajudar à empregada em suas tarefas?

Uma empregada evangélica boa é submissa, meiga e de acesso fácil. É certo explorá-la ao máximo ou o patrão e a família devem ajudá-la?
É muito comum vir uma pessoa beber água em uma casa, usando um copo que depois do uso é colocado na pia ou ao lado da pia para ser lavado. Muitas vezes a pessoa escolhe o lugar menos apropriado para um copo de vidro que tem que ser sempre bem limpo e polido sem manchas. Se tiver uma frigideira ou uma panela cheia de óleo ou de outras coisas cheias de gordura, a pessoa joga o copo justamente nesse lugar. Como se ele pensasse: “Vou fazer assim como faz mais trabalho para a empregada resolver.”
Realmente, se a pessoa mesma tivesse lavado o copo precisaria só limpar o lado de onde bebeu, com uma gotinha de sabão, e pelo sim, pelo não, enxaguar todo o copo, e talvéz ainda com sabão tirar as manchas que os dedos deixam no vidro, mas dependendo da pessoa talvez nem deixasse manchas. Mas agora, que o copo foi jogado dentro do óleo da friteira, a empregada terá um trabalho muito grande.
Mas, peraí, muitas casas nem têm empregadas, e a dona de casa ou um outro membro da família lava a louça. Como se explica isso?
Bom, o jeito de resolver tudo assim que dá mais trabalho aos servidores é uma herança do português. O português gostava de ter escravos para tudo, o ideal dele é fazer nada e ser servido por outros. E para mostrar que era alguém ele se mostrava com os escravos e deixou os visitantes ver, como ele fazia nada e deixava os escravos trabalhar. Essa atitude continua até hoje, e famílias que têm empregadas dificultam a vida dela dessa maneira.
Mas mesmo famílias sem empregadas não escapam desse esquema. O comportamento é tão enreizado na maioria dos brasileiros que até continua assim se vive sozinho, prejudicando-se a si mesmo.
Contrária a essa “ética” portuguesa é a ética evangélica, que se importa com o bem estar dos servidores e, além disso, educa para todo mundo ser trabalhador. Uma família evangélica, que sabe dos valores evangélicos tradicionais (e têm muitos evangélicos recém-convertidos que não sabem nada a respeito) não vai querer que seus filhos crescem na preguiça, sujando copos à toa, jogando as cuecas no chão, deixando tudo para a empregada resolver. Tem famílias ricas com vários empregados que mesmo assim insistem para casa filho arrumar sozinho a sua casa ou assumir outras tarefas em casa, simplesmente para ensinar humildade, espírito trabalhador, uma mente prestes para ajudar aos outros e outros valores.
Um exemplo famoso de uma família evangélica assim é a casa dos reis ou rainhas da Inglaterra. Os príncipes têm que dividir com outros, aprender viver sem privilégios e não podem abusar o trabalho dos empregados para viver na preguiça.
Como todos sabem, se educa pelo exemplo: se você quer, que seu filho ajude em casa, você mesmo tem que começar a ajudar a sua empregada. Leva seu prato para a pia, se você sai da mesa, joga sua cueca no lugar da roupa suja, limpa o vaso se o cocô não desgruda da porcelana, não joga lixo no chão etc.

Se você acha que a empregada vai ter pouco
trabalho se todos a ajudam, inventa novas
tarefas com limpar o carro e a rua ou aluga-a
para trabalhar em outras casas. 
Claro que você também não quer que a empregada vire preguiçosa e olha televisão ou fica no whatsup em vez de tranalhar o tempo máximo possível. Mas se falta trabalho pode inventar sempre novas tarefas como limpar o carro todos os dias, dar massagens em você ou outros familiares, além de possíveis serviços sexuais. Também pode alugá-la por horas ou um dia a um amigo ou vizinho para reganhar seu investimento em forma do salário dela. Também têm pessoas que mandam a empregada fazer comida para vender para fora ou consertar roupas que outros mandam em casa.

Se você quer ter filhos bons, humildes, dedicados, trabalhadores e prestativos deve fazer assim. Porém, se você quer ter filhos soberbos, preguiçosos, sujos, safados, e arrogantes contra pessoas humildes e pobres, você deve ficar na tradição portuguesa. É você que decide, junto com seu cônjuge, se tiver.
Depois de ter submetida a empregada e ela se conformada em ser também sua escrava e puta você terá um anjo, uma mulher ou menina muito gostosa e boa e casa. Agora é o momento de ajudar a ela para mostrar a ela e aos outros que você é um homem bom e ético.
Se você consegue empurrar a sua empregada em uma situação que ela depende de sua boa vontade e tem que ser obediente em tudo, você pode fazer com ela o que quiser. Mas se você tem filhos e quer que eles crescem numa ética cristã não deve dificultar a vida da menina, e antes ajudar a ela, quando possível.
Se sua empregada se submete em tudo a você mostra cavalheirismo e ajuda a ela para dar um bom exemplo para seus filhos, esposa e visitantes

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