Empregadas evangélicas: Introdução geral

Vivemos em uma época que meninas e mulheres, que querem trabalhar com dedicação na manutenção de uma casa e uma família são raras e caras. Faxineiras cobram R$ 100 ou mais por dia, ganhado assim bem mais do que muita gente com bacharelado ou até mestrado, nem falando dos professores nas escolas. Cada vez mais famílias procuram por alternativas para arcar com o trabalho em casa. Muitas vezes marido e esposa trabalham, e precisam de um lar organizado e aconchegante e de uma pessoa que cuida dele com amor e dedicação e recebe os membros da família com carinho.
Já há tempo famílias que querem uma empregada procuram nas favelas, mas muitos não confiam. Imaginam que a moça poderia ter parentes traficantes ou ser mal-intencionada e um perigo para a segurança da família.
Para terem referências muitos procuram em igrejas evangélicas. No início eram os próprios evangélicos, que abordaram pastores evangélicos de pequenas igrejas nas favelas para ganhar uma indicação de uma moça pobre da igreja, dedicada, limpinha, trabalhadora e obediente, que seria feliz e grata de poder trabalhar e quem sabe morar em uma casa melhor.
O sucesso dessas empregadas e a alegria que trouxeram para as casas de seus patrões suscitaram também no coração de outras pessoas o desejo de ter um anjo gostoso assim em casa. Hoje acontece que também católicos, espíritas e até muçulmanos e ateus abordam pastores ou outros lideres para receber uma indicação de uma moça idônea para a sua casa.
“Sempre perguntam em primeiro momento, se as meninas são confiáveis e sinceras”, conta Sérgio, pastor no Morro do Papagaio em Belo Horizonte. “Só depois perguntam se elas são limpinhas, bonitas, obedientes, trabalhadoras e outras questões. As pessoas acham, que essas qualidades a moça vai aprender com o tempo, sobretudo se ela é ainda jovem, mas a sinceridade e o bom caráter é algo intrínseco.”
Muitos pastores confirmam que a candidata possui todas essas qualidades, porque eles querem que a educação da igreja parece boa. Além disso a igreja ganha dízimos, se as meninas adquerem um emprego.
O esquema é só diferente, se a moça será levada em um lugar distante, por exemplo, do nordeste até o São Paulo. Nesse caso os patrões se interessam mais pela beleza da menina, porque não contam com a possibilidade de envolvimento com familiares criminosos a essa distância e calculam que podem educar a menina para aprender ser sincera, trabalhadora, limpinha e obediente.
A igreja é também um incentivo para as meninas trabalharem melhor, porque os patrões se referem a ela e a menina sabe, que o nome da igreja sofre se elas se comportam bem ou perdem seu emprego logo. Muitos patrões falam “Eu vou falar com seu pastor”, se a menina não faz o que os patrões mandam.




Uma pele limpa, olhar humilde, mas claro e sincero, roupas bonitas como saia ou vestido curto, bucetinhas depiladinhas e acessíveis são umas das caraterísticas boas das empregadas evangélicas, que logo caem no olho de um visitante.



Continue lendo no artigo Algumas famílias querem mais de suas empregadas

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