Empregadas evangélicas e a masturbação

Meninas evangélicas são conhecidas como se masturbarem gostosamente, embora que algumas igrejas até proíbam ou condenem a prática contra a natureza. Empregadas evangélicas já foram flagradas em situações bem extremas. 
Elas estão longe da casa, sentem solidão, falta do namorado, das amigas carinhosas e dos pais, e com a mente volúvel de uma adolescente ou jovem acontecem as coisas mais estranhas. 

Um estabilizador de líbido para empregadas
e outras meninas evangélicas ajuda para controlar
 ou impedir a masturbação indesejada das novinhas.
Deve ser aplicada sobretudo em meninas evangélicas
que praticam masturbação molhada ou masturbação
com inserção de objetos.
Em Brasília uma menina evangélica foi flagrada por uma câmera enfiando dois pepinos, na frente e no fundo, comendo-os depois. Em outros lugares as empregadas enfiam pepinos e cortam-os depois na salada, sem antes lavá-los. Outras brincam com bananas, e em São Mateus, ES, uma moça foi flagrada divertindo-se com uma berinjela.
Na verdade a Bíblia não fala de masturbação feminina, mas condenou só que o Onan tirou uma punheta, porque gastou assim a semente de um homem do povo de Deus à toa. Deus queria que o povo cresça em números.
Empregadas evangélicas novas são famosas por
sua masturbação profunda, molhada e gostosa
Hoje temos outra realidade, e não se pode exigir sem mais o mesmo para os homens de hoje, porque difícilmente um homem usa toda a semente para fecundar mulheres.
Muito menos se sabe se a proibição vale também para mulheres. O argumento não pega em mulheres.
Por isso os defensores da castidade das mãos, que não deveriam procurar as órgãos sexuais, presentaram outros argumentos. A masturbação seria prejudicial e causaria doenças como doenças venéreas, dedos curtos ou tortos, demência, frouxidão etc.
De qualquer forma o patrão deve decidir. É bom deixar logo no primeiro dia claro que para a empregada a masturbação seja proibida. Pela dúvida se proíbe a prática, porque não se sabe se é prejudicial, embora que até agora nada fosse provado.
Mas o patrão confronta a empregada nova logo com a proibição para deixar desde início bem claro que não é uma casa libidinosa e que ele tem poder também sobre a buceta da empregada e é disposto para vigiá-la.
Se o patrão instala uma câmera, consegue um argumento para pressioná-la, caso que ela quebre a proibição. Se ela é obediente, vai ficar nesses primeiros dias sem masturbação e em consequência vai ser mais suscetível a avanços sexuais contra ela, porque ela terá sede de ser tocada no peito e na buceta.
Depois de ter conseguido submeter a empregada sexualmente o patrão muitas vezes fala assim: “Em reconhecimento ao seu bom desempenho vou te permitir a masturbar-se duas vezes por semana. Também vai ter a chance de se masturbar na minha frente ou em frente de outras pessoas, mas se ninguém te chama tem o direito de se masturbar sozinha até duas vezes por semana.”
Alguns patrões falam diferente: “Você tem o dever de se masturbar duas vezes por semana.”
Outros estipulam todos os dias.
A empregadinha Beatriz de Recife foi obrigada por um ano de se masturbar todos os dias em frente da câmera do computador do patrão. Ela estava sozinha em casa, mas teve que ligar o computador, ligar a câmera e se masrurbar até gozar. Dessa maneira o patrão ganhou 365 vídeos de masturbação dela.
Empregadas que não param de masturbar
podem ser freadas por uma amarração
deste jeito.
Muitas meninas evangélicas gostam de sentar no corrimão de uma escada ou mezanino na casa. Ninguém imagina, mas mexendo-se um pouco a buceta recebe uma massagem gostosa, sobretudo se a calcinha é pequena ou a menina está sem calcinha em baixo da saínha. Elas deixam seu “perfume” no corrimão e se excitam também quando vêem depois um homem passar a mão nele.
Este fenômeno já foi descrito por psicólogos russos nos anos 70 que observaram meninas russas sentarem nos corrimãos de ônibus e metrô, tendo o metal ou plástico entra as pernas.
Mais ousada foi a prática de Marisete, 18 anos, uma mulata escura de Salvador, BA, que servia em uma casa com corrimãos com pinos ou botões de tornearia no estilo antigo. Eles estavam de madeira e de três partes, sendo a parte superior a menor. A menina começou a roçar a bucetinha no pino, e com o tempo deixo a primeira parte entrar. Costumava-se a tomar a sua refeição sentada em cima. Com os pés encostados nos balaustres conseguiu manter o equilíbrio sem empalar-se mais fundo.
Uma empregada evangélica boa mostra
sua submissão também na maneira
como se masturba para seu patrão e outros
Com o tempo virou mais ousada e deixou a segunda parte entrar também na buceta, comendo sua refeição. Não teve ninguém em casa durante os dias, mas certa vez um filho de 17 anos voltou mais cedo e entrou de mansinho para pegar a menina em algo proibido, e acertor no cheio achando-a desse jeito. Aproveitou para chantageá-la, submeteu-a, transou com ela e conseguiu até filmar como ela cavalga o pino.
Mas ele não conseguiu segredo e mostrou o material para amigos e um contou ao irmão mais velho de 24 anos. Este brigou com o irmão mais novo e tomou o comando nessa coisa, chantageando o irmão e a mulata, transando com ela e obrigando-a para sentar no pino deixando entrar todos os três segmentos. 
Uma empregada evangélica confia em seu
patrão, não tem segredos, abre-se para ele
e obedece em tudo
Amarraram os pés da coitada assim que não acharam mais sustento e assim ela não podia se liberar mais dessa poltrona e ficou a tarde toda presa. O filho mais velho chamou amigos para ver a façanha, e todos filmaram e fizeram fotos. Para ser liberada prometeu chupar a todos, e sem ser perguntada novamente depois foi estuprada. Os amigos voltaram outras vezes, e o filho mais velho começou a cobrar uma taxa.
O filho mais novo ficou para trás e por raiva denunciou o irmão ao pai, e este deu uma boa surrada na empregada e proibiu essa prática ao filho. Em vez disso ele mesmo começou a comer também a menina, que desde então virou a puta dos três homens.
A empregada mulata e o seu pino do corrimão. Ela encostou os pés n balaustre ou no nas curvas do metal e se apoiou com as mãos no corrimão. Depois de ser flagrada no seu cacoete teve que cavalgar o pino a tarde inteira sem poder encostar os pés nem as mãos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário