Empregadas evangélicas asiáticas






Mulheres asiáticas são submissas, trabalhadoras, meigas e dedicadas. Evangélicas são submissas, trabalhadoras, dedicadas, limpinhas, depiladinhas e meigas. Se isso já promete empregadas boas, que perfeição daria em achar uma empregadas asiática evangélica?
Mas na prática não é tão fácil assim. Os cristãos e sobretudo os evangélicos são uma minoria na Ásia. Mas a população da Ásia é enorme, mais de 3 bilhões. Um até dois porcentos são evangélicos só, mas resulta em uns 40 milhões. Entre eles tem 8 milhões meninas entre 8 e 35 anos de idade. Vale a população de um país pequeno como Dinamarca inteiro, mas a dificuldade é como achá-las em uma população tão grande.
Para isso existem agências, e agências boas de empregadas anotam entre as habilidades e qualidades da candidata também a religião, já que em muitos países existem restrições às religiões.

Os árabes adoram empregadas evangélicas, mas justamente o rei da Arábia Saudita quer proibir a contratação de empregadas não-muçulmanas. Enfrentou uma oposição acirrada. A lei iria ajudar às meninas muçulmans pobres de Paquistão e outros países que seriam contratadas em lugar de meninas cristãs, mas os teólogos muçulmanos declararam que seria um pecado se um patrão transa com uma empregada muçulmana ou até estupra-a. Por isso as famílias tradicionais que respeitam o Alcorão não querem empregadas muçulmanas.







 

















 













Se a empregada é boa, submissa e
organizada já conseguiu muito.



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