Educação, disciplina, ética e punição para empregadas evangélicas

Uma empregada é uma menina ou uma mulher, e meninas e mulheres precisam de educação para se desenvolverem bem. Sem tapas e outros corritivos viram arrogantes, soberbas, fofoqueiras, mentirosas, preguiçosas, birrentas, rebeldes e egoístas.
Com castigos bem dosados elas viram meigas, dedicadas, amorosas, submissas, obedientes, limpinhas e humildes.
Se um patrão contrata uma empregada, deve se responsabilizar também por sua educação.
A situação legalista não facilita a educação, porque qualquer tipo de violência é considerado um ato ilegal, a não ser que a pessoa corrigida concorde com a punição. Quer dizer, se ela não reclama ma concorda, o castigador não está transgredindo a lei. Exemplos típicos para aplicação dessa regra temos em lutas de esporte ou no sadomasoquismo, onde alguém apanha e o outro nunca é preso. 

Se a empregada é evangélica boa e educada, naturalmente sabe que os castigos são para o seu bem e jamais iria denunciar seu patrão. Mas para ter certeza que está dentro da lei o patrão deve perguntar à menina, quantos tapas ou chibatadas ela vai querer, e ele deve insistir para ela depois da punição agradecer a ele pela boa educação.
Geralmente evangélicas são boazinhas e querem obedecer e bastam poucos tapas, sobretudo nos primeiros dias, para aperfeiçoar a empregada e para sensibilizá-la para os desejos dos patrões.

Às vezes acontece que uma menina se chama evangélica e pareceu dócil e linda quando foi apresentada, mas depois se mostra rebelde ou preguiçosa. Nesse caso o patrão tem mais trabalho. Mas ele não deve reagir por raiva ou aborrecimento, mas guiado somente pela vontade de ajudar à garota para virar uma empregada boa, gostosa e submissa para o bem do patrão e da família dele, mas sobretudo para o bem e o futuro da menina.

Meninas novinhas de favelas ou
do interior muitas vezes não sabem
nada e viram só através de uma
educação rigorosa empregadas 
dedicadas e gostosas.
A preguiça natural das meninas
Sabemos todos, que tem muitas mulheres trabalhadoras. Mas a proximidade da cama, de sofás e de poltronas, a ausência dos patrões e de outra forma de confiscalização e a preguiça natural do ser humano podem causar que empregadas não trabalhem com todo o amor e dedicação e tendam a se entregar à vida mole. Empregadas sensatas e prudentes como empregadas evangélicas e outras meninas aperfeiçoadas sabem de sua fraqueza, e elas mesmas se entregam ao patrão assim como a ginasta brasileira Daiane dos Santos se entregou voluntariamente a um rígido e severo técnico ucraniano para ser mais perfeita, e assim conquistou até medalhas de ouro.
Até a prostituta Pétala Parreira do movimento missionária “Piranhas para Jesus” falou: “Se eu sei que cumpro a vontade de meu cafetão me sinto segura, e posso dar todo o meu amor ao cliente, sem ter medo de fazer algo errado ou pecaminoso. Se ele manda, tenho que obedecer sem pensar, e se ele exige que obedeça ao cliente, vou fazer, o que este quer. Obedecer é nunca errado e não pode ser pecado. Quanto mais evangélica, submissa e perfeita, tanto mais uma prostituta dedica-se para fazer o cafetão e os clientes felizes. E se ela mesmo assim apanha, sabe que apanhar não é um pecado, mas um mérito. Sei que mesmo sendo evangélica eu não seria tão boa, dócil e dedicada se eu não apanhasse de vez em quando. Por isso sou uma prostituta muito feliz.”
É muito bonito ouvir uma menina falar assim, mas não todas as meninas são tão sensatas. As outras devem ser empurradas à força para o caminho certo, para o próprio bem delas. Afinal de contas nenhuma menina quer ser uma empregada relaxada e má, mas algumas rejeitam o remédio: uma educação rígida e obediência total aos seus superiores.




















Evangélicas são naturalmente mais limpinhas e cheirosas, mas mesmo assim um patrão responsável controla uma empregadinha novinha para ela se adaptar ao nível de uma casa da classe média,  e pede um exame médico, sobretudo se ela é favelada.

Uma família recebeu uma nova empregada. O filho mais velho e dois amigos dele testam-na.

Evangélicas são naturalmente mais limpinhas e cheirosas, mas mesmo assim um patrão responsável controla uma empregadinha novinha para ela se adaptar ao nível de uma casa da classe média,  sobretudo se ela é favelada.








A têz de uma evangélica é normalmente mais limpa, porque o espírito manso implica em maior pureza e beleza. Assim ela convida para tapas, chibatadas e açoites, mas um patrão não deve abusar de seu poder e não devastar a pele de uma menina submissa e boa. Depois de uma flagelação deve manter a menina nessa posição para os vestígios secarem ao ar livre. Mantenha moscas para fora e lava e limpa as partes vermelhas com álcool.










Na Rússia empregadas são educadas e aprendem a sua profissão em lugares adequados. Também orfanatos de meninas servem como centro de formação de prostitutas, empregadas e outras meninas educadas com rigor.










Se a empregada não quer abrir as pernas, muitos patrões a acostumam à força











Cadeira com consoladores montados. Empregadas rebeldes devem sentar nela por umas horas durante o dia, nas refeições ou durante a noite. Assim elas viram dóceis, meigas e submissas.  
Estabilizador de libido para empregadas novinhas. Controla o libido, fazendo as meninas mais morigeradas e temperadas, e dificulta a masturbação. A menina pode fazer cocô e xixi sem tirar o aparelho



Aparelhagem para disciplinar empregadas muito rebeldes ou para castigar um delito maior.
Um castigo extremo para empregadas recalcitrantes e insubmissas é ser amarrada em um banheiro durante uma festa ou então em um banheiro masculino público.  Os fregueses podem se divertir como quiserem com a puta. Esse castigo normalmente é concebido para prostitutas insubmissas, mas em caso raros também  empregadas são educadas através desse proceder duro.


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